sábado, 3 de maio de 2008



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O GAT estava presente no encontro de motociclistas em Jaboatão dos Guararapes.





O GAT circulando na Avenida Beira Mar em Piedade garantindo a tranqüilidade dos banhistas e pedestres.







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quarta-feira, 9 de abril de 2008




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FESTA DA PITOMBA

A tradicional Festa de Nossa Senhora dos Prazeres é uma das manifestações religiosas e tradicionais mais antigas do Brasil. É realizada, anualmente, nos primeiros 10 dias após a Semana Santa, no pátio do Parque Histórico Nacional dos Guararapes, considerado o berço da nacionalidade brasileira, localizado no município de Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, e conhecida nacionalmente como Festa da Pitomba, por acontecer na época da safra da pitomba, fruta tropical, muito comercializada na região. Segundo as tradições, na época em que se travava sangrenta batalha entre soldados brasileiros e os invasores holandeses, a Santa fez uma milagrosa aparição aos soldados, diante do Monte Guararapes, para proteger, fortificar as tropas e comandar a vitória dos brasileiros contra os inimigos estrangeiros. A partir da aparição da Virgem dos Prazeres o comandante das tropas brasileiras, o general Francisco de Menezes, em ação de agradecimento, mandou edificar uma Capela-mor, em homenagem à Santa, pelas vitórias alcançadas nas duas importantes batalhas contra os holandeses, após 24 anos de dominação. Em documento textual datado de 8 de novembro de 1656, emitido pelo general Francisco de Menezes, consta o registro de autorização para entrega da Capela à Ordem Beneditina de Olinda, com a seguinte ressalva: neste altar deverá ser celebrada missa todos os dias santos, e todos os anos deverá exaltar Nossa Senhora dos Prazeres, com grandes festejos e muita pompa.
Fontes consultadas:
FERRAZ, Leidson. Festa da Pitomba comemora batalhas ganhas. Abrajet, Recife, a. 2, n.21, abr. 1998. FESTA da Virgem do Prazeres: uma devoção de trezentos anos. Diário de Pernambuco, Recife, 29 mar. 1983. JABOATÃO faz festa de 332 anos. Diário de Pernambuco, Recife, 22 mar. 1989
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A Festa de Nossa Senhora dos Prazeres. Manifestação de caráter popular (também conhecida como Festa da Pitomba por coincidir com a época de colheita da fruta típica da região) acontece anualmente, depois da Semana Santa, no pátio do Parque Histórico Nacional dos Guararapes. A novidade este ano foi a homenagem ao Grupo de Apoio ao Turista (GAT), pela Igreja Nossa Senhora dos Prazeres, no sábado (29) de Março. O GAT presta um serviço de orientação ao turista na igreja de nossa senhora dos Prazeres a mais de dois anos. Todo grupamento se sente lisonjeado e agradece ao Dom Tomé Ferreira da Silva e a todos que participaram diretamente e indiretamente desta homenagem.





O GAT (Grupo de apoio ao turista) participou ativamente da oficina de prevenção à violência que aconteceu nos dias 5 e 6 de abril na Faculdade dos Guararapes em Piedade.




















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quarta-feira, 12 de março de 2008




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O blog do GAT não poderia deixar de ressaltar em seu blog os aniversários de Olinda e Recife cidades importantes da história de Pernambuco. Recife comemora 471 anos e Olinda 473 anos. Muita gente, porém, acha estranho como duas cidades independentes façam aniversário na mesma data, com exatos dois anos de diferença. Como é possível?Segundo o historiador Leonardo Dantas Silva, a data de 12 de março é uma convenção, baseada no mais antigo documento histórico que menciona a existência de Recife e Olinda. A Carta Foral foi um documento escrito por Duarte Coelho, donatário da Capitania de Pernambuco, em 1537. O documento foi datado de 12 de março de 1537, e enviado ao rei de Portugal, Dom João III. No texto, Duarte Coelho descreve com precisão e encantamento as duas cidades. Apenas em 1966, quando foi formada uma comissão para decidir quando deveria ser comemorado o aniversário do Recife, decidiu-se estipular a data da Carta Foral como marco zero do nascimento da cidade. Como os historiadores são unânimes em considerar que Olinda nasceu antes, decidiu-se, por consenso, atribuir a Olinda a mesma data de aniversário, com dois anos de antecedência. A verdade é que as duas cidades já existiam antes dos respectivos aniversários. “Seria impossível Olinda ter tantos prédios apenas dois anos antes de Duarte Coelho mencioná-la na Carta Foral. No Recife, inclusive, já se falava da existência do Porto naquele ano. Um porto jamais teria sido construído sem que houvesse uma população grande e estável na cidade”, raciocina Dantas Silva.
Marco Zero

A Praça da República está situada no extremo norte da Ilha de Santo Antônio entre as margens do rio Capibaribe. No século XVII, tratava-se de um espaço muito apreciado pelo Conde Maurício de Nassau que, nele, em 1642, construiu o Palácio de Friburgo, ou das Torres, onde mantinha um parque zôo-botânico. Com a queda do império português e a conseqüente mudança da forma de governo, o logradouro adquire o nome pelo qual ainda é chamado atualmente: Praça da República.

Parque das esculturas - Porto do Recife

Pátio de São Pedro

Localizado no bairro de Santo Antônio, no limite com o bairro de São José, o Pátio de São Pedro hoje é palco de diversas atrações artísticas e culturais. No centro, está a Catedral de São Pedro dos Clérigos, uma das mais belas construções do centro histórico do Recife. A construção da igreja começou em 1728, mas ela só pôde ser sagrada no dia 30 de janeiro de 1782. A frente do templo tem um gradil de ferro que separa o átrio do pátio, e a porta principal encontra-se ladeada por colunas duplas.


Cais da Aurora
Situada na margem esquerda do rio Capibaribe, no bairro da Boa Vista, a rua era antigamente um pântano de propriedade do comerciante Casimiro Antônio Medeiros. O local foi aterrado e, em 1806, nascia a rua da Aurora. É assim chamada porque voltada para o leste é a primeira a receber os raios do sol (aurora). Começa na rua da Imperatriz e vai até a avenida Norte, já no bairro de Santo Amaro.

Cais José Estelita

Torre Malakof

Construída em estilo oriental (tunisiano), foi assim nomeada pela sua semelhança com uma fortificação da península da Criméia, que funcionou como centro de defesa de Sebastopol, no ano de 1855. O monumento serviu, durante muitos anos, como observatório astronômico e sede da Capitania dos Portos em Pernambuco. A Torre Malakoff é um monumento que faz parte do patrimônio histórico e turístico da cidade.
Roteiro obrigatório de turistas nacionais e estrangeiros, Olinda recebe diariamente centenas de visitantes, que sobem e descem suas ladeiras íngremes e percorrem suas ruas estreitas em busca da natureza exuberante e da arquitetura quatrocentista, que lhe asseguraram o título de Patrimônio Cultural da Humanidade, concedido pela Unesco em 1982. Outro aspecto importante no perfil turístico de Olinda é a vitalidade cultural que a cidade costuma mostrar. São inúmeros eventos promovidos pela administração pública municipal ou por produtores culturais independentes, criando na cidade um clima de festa que dura o ano inteiro. Além disso, Olinda oferece ao visitante a oportunidade de conhecer obras de artistas plásticos de renome internacional, como João Câmara, Tereza Costa Rego, Guita Charifker e outros artesãos anônimos, espalhados nos 71 ateliês existentes na cidade.


Olinda foi a capital de Pernambuco antes da invasão dos holandeses. Hoje é de grande importância na trajetória histórica do Brasil. O grande destaque da cidade são o artesanato e as igrejas.









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